Cobre Mancha

O nome que dei aos trabalhos que mostro agora não me parecem bem adequados, mas na falta de outros para nominá-los, acredito ser o mais conveniente.

Esses “quadrados” normalmente podem ser usados como centros de mesa, toalhinhas de fogão, capas de almofadas, aplicação em outros trabalhos e tantos outros que a nossa imaginação permitir. Dependendo do tamanho, até como toalhas de mesa.

Escolhi fazer uma técnica nova de patchwork a qual nunca havia feito antes objetivando aprender e nesse sentido acho que consegui. A estrela de oito pontas foi uma terapia fazer, qualquer distração na união dos retalhos obrigava-me desmanchar e como desmanchar é muito mais difícil e trabalhoso do que fazer, minha concentração foi total.

Pensei em aplicar a estrela em uma manta que se transforma em almofada. O processo de confecção é muito simples e a forma como se costura esse quadrado na manta permite que a dobra da manta seja guardada dentro dessa costura surgindo assim uma linda almofada. Mas exagerei no tamanho da manta, que ficou com um acabamento simples e a estrela acabou servindo como centro de uma pequena mesa no ateliê.

O trabalho em quadrados serviu por um bom tempo como “aparador” de xícaras de café no local de trabalho da minha filha, mas ela mudou de sala e trouxe de volta para casa. Estava muito manchado de café e pensei que ficaria perdido ao lavá-lo, mas sobreviveu sem manchas e sem desbotar. Sinal que quando usamos tecidos de algodão de boa qualidade teremos um trabalho por muitos anos.

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Bolsa Marlene ou da Marlene?

Recebi da Rose, amiga das aulas de patch um e-mail com um molde de bolsa cujo título fazia referência à Bolsa Marlene.

Não tive dúvidas, fiz a bolsa e feliz agradeci à amiga por ter me passado o molde da bolsa da Marlene, nossa outra amiga de patch.

Até hoje dou boas risadas quando lembro da resposta : mas não é a bolsa da Marlene, a bolsa é que se chama Marlene.

Coincidências ou não, guardo com muito carinho as boas lembranças da minha primeira turma de aula de patch. Com ela aprendi que no mundo do patchwork existem pessoas solidárias, que gostam de partilhar e trocar suas experiencias de maneira desinteressada , com o objetivo apenas de passar coisas boas e produtivas e que infelizmente nem todos são assim.

Talvez por ser um tipo de artesanato um pouco mais oneroso e a grande maioria visa o comércio do que produz, as pessoas envolvidas nem sempre se sentem confortáveis em partilhar conhecimento.

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Porta Tesouras

Fiz esse porta tesouras para presentear. A pessoa que o recebeu gostou muito e, modéstia à parte, eu também.

Acho que a combinação de cores foi muito favorável, o tom de rosa ficou muito delicado.

Coloquei alguns enfeites, embora a vontade de colocar alguns a mais era maior,  prevaleceu o bom senso.

O fuxico costurado na frente serve como alfineteiro, facilitando na hora de costurar.

A confecção desse porta tesouras é extremamente fácil, o segredo se resume basicamente na sua dobradura, o que permite que acomode até três tesouras de tamanhos diferentes.

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Porta Cartas

Para resolver a quantidade de correspondência que todos os dias chega e para evitar que fiquem esparramadas pela mesa, fiz um porta cartas que fica preso à parede.

O formato tipo painel facilita e centraliza as cartas em dois bolsos, permitindo separar as contas a pagar das outras cartas. Os botões, ao mesmo tempo que firmam os bolsos, ajudam nessa separação.

O tipo de tecido usado poderá ser escolhido conforme o local que se queira colocar o painel. O meu fiz em tecido combinado em cores que não chamariam muito a atenção se colocado na sala, mas que se harmonizaria de forma a integrar com o ambiente.

Se o colocar na cozinha, sugiro tecidos alegres e claros, com algum tipo de apliquê.

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Novas bolsas velhas

Nesse tempo de aprendizado, talvez dois anos ou um pouco mais, fiz muitas bolsas. Algumas só o tecido usado na sua confecção foi diferente, o modelo é o mesmo.

É o caso da bolsa em tecidos combinados em preto, o modelo usado foi o mesmo da bolsa maternidade.

Esse tipo de bolsa é muito versátil, podemos viajar e usá-lo como bolsa de mão. Ou mesmo em uma viagem curta, colocamos tudo o que precisamos e ainda sobra espaço.

Quando escolhi os tecidos, todos em tons de preto, não imaginava que o resultado fosse ficar bom, mas ao terminar e colocar alguns enfeites no fecho e o porta celular, penso que ficou muito charmosa e discreta, que é o que queria que ficasse.

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Painel Experimental

O meu primeiro contato com o mundo do patchwork, quando fui “colocar a mão na massa” efetivamente, concretizou-se com a elaboração de um painel, ou manta, conforme o uso que se faz dele.

Após costurar vários blocos individualmente representados cada um por uma técnica de patchwork diferente e finalmente todos prontos e bem alinhados, o passo seguinte consiste em unir todos em uma única peça, colocar manta, forro e quiltar.

O desafio, para quem nunca fez nada do gênero, é muito encantador. Nos surpreendemos gradativamente, em cada técnica finalizada. E quando terminamos nosso projeto, ficamos com a sensação mista de realização pelo resultado conseguido e a frustração de que poderia ter ficado muito melhor e mais bonito.

O contato com outras alunas, que estão realizando os seus trabalhos, a constante troca de idéias e a visualização de tecidos em cores e combinações diferentes, faz com que façamos o nosso trabalho sempre pensando no próximo a ser feito.

Talvez seja esse o segredo para tudo na vida, a busca por mais conhecimento e aprimoramento daquilo que nos empenhamos em construir.

Meu primeiro trabalho em patchwork se transformou em uma manta de sofá. As técnicas que aprendi com ele são as mais simples, básicas e fáceis de fazer. O meu próximo desafio será a elaboração de uma colcha de cama com técnicas mais elaboradas e assim que eu definir as cores com que irei trabalhar os blocos, darei início ao projeto.

Enquanto isso não ocorrer, postarei os trabalhos que já realizei.

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Capa de Máquina de Costura

A nossa máquina de costura merece um destaque todo especial no nosso cantinho de costura. E nada melhor do que uma linda capa para protegê-la e,porque não, decorar nosso ateliê.

Como não tenho uma máquina só, fiz algumas capas e todas diferentes. Não pretendo parar, adoro executá-las e são muito fáceis de fazer.

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